Hoje chamam de mini mercado, ou mercadinho, mas, na nossa infância, chamavam de armazém, venda, ou taberninha... local onde você encontra de tudo: pão, misturas, erva mate e pupunha a granel, pirarucu seco pro almoço de sexta-feira santa, uma caninha da boa, envelhecida em barris de carvalho e um ou dois dedos de prosa... entre e fique a vontade!
segunda-feira, 18 de maio de 2015
Não Pode C, Não Deve C, Não Dá Pra C
Eu posto uma imagem, compartilho, querendo te marcar... sei que não dá, sei que não posso, sei que não devo! Tô pensando em você, tô desejando teu corpo nu, tô querendo te encontrar, tô imaginando a gente junto, tô te querendo pra mim. E não posso, não devo. Tô com medo de te querer demais, de pensar demais em você e me decepcionar, me frustrar, ou sei lá mais o quê. De repente, quem sabe, talvez, eu devesse te marcar, te falar o que sinto, que tô afim de ti, te dizer que tô pensando em você desde a hora que eu acordo até quando eu deito... mas tem algo que me diz, melhor não, melhor pra te preservar, pra preservar a mim mesmo... porque, na verdade, eu não posso, eu não devo. Tô tentando, tô pensando, tô querendo te querer sem pensar muito em você, em ter você, sem imaginar, sem viajar muito numa história que não pode, não deve, não dá... não quero citar teu nome, pra não te envolver, pra não me envolver demais... porque do outro jeito, não deve, não pode, não dá!
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