Para
suprema alegria e felicidade geral da nação, acabou
mais uma edição do Big Brother Brazeel! Já vai
tarde!! Não precisava nem ter mais! Ok, por mim não
precisava... já deu o que tinha que dar. Lançou a
Sabrina Sato e Grazi Massafera, ou seja, já tá bom, já
tá legal, já, não...?! Repito, por mim, já
deu! Pra quem não, ok, assine o pay-per-view! Que se façam
apenas versões para tv paga, a partir de agora! Sim, sim, isso
só seria possível num mundo perfeito, mas a gente chega
lá.
Apenas
imagino o verdadeiro orgasmo que devem ter sentido aquelas pessoas
que passam as tardes em frente ao computador buscando novas teorias
da conspiração, sinais dos Illuminati e mensagens
subliminares em cada pequena coisa. Sim, porque havia uma suposta
denúncia – várias, na verdade, creio que desde as
primeiras edições – de que o programa era armado e
que o resultado já estava definido. E a criatura que lançou
os boatos acertou o palpite. Me acerta isso e não acerta os
números da mega sena, impressionante... aliás, se a
pessoa tinha mesmo acesso a informações privilegiadas,
ou se foi pura sorte, se há alguma armação nos
resultados de eliminações, seleção de
participantes, etc – o que é bastante provável –
pouco importa! Não é isso que me desestimula a assistir
o programa. Deixei de me interessar por BBB bem antes das edições
de dois dígitos, por motivos de “mais do mesmo + ausência
total de carisma”. Nem será a confirmação –
ou não – de que o reality é um jogo de cartas
marcadas que fará quem curte assistir o programa, ler sobre e
discutir em redes sociais deixar de ver. Se essa é sua
intenção, então desista... não curta, não
é obrigado... e relaxa, cara! É só um programa
de tv!

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