Ela
é pequena, ele a viu umas duas vezes, sabe que sua testa bate
no ombro dele, mais ou menos. Ele ainda lembra, aliás, ele não
esqueceu, ainda, da vez em que se cruzaram... ele pensa que jamais
vai esquecê-la, pelo menos, espera nunca esquecê-la.
Pois
é, sabe a pequena? Ela acabou crescendo muito na memória
afetiva dele. Mesmo distante, ele a sente presente, a sente próxima.
Gostaria que de fato estivesse!
Ele
pensa demais nela. Gosta de procurá-la nas redes sociais, são
os únicos lugares onde pode encontrá-la, ultimamente.
Pois, teve um dia em que ela ficou sumida das redes sociais. Por
algum motivo, ficou afastada. Apenas a “viu” quando postou uma
música para ela. Ele gosta de fazê-lo. Ele, bem, sentiu
a sua falta, naquele dia. Demais! Ele até gosta do microblog
do passarinho e do novo Orkut... mas, sem ela por perto... por assim
dizer... não é a mesma coisa. Ele precisa dizer-lhe
isso, de vez em quando.
Já
basta o fim de semana, quando tanto ele quanto ela se afastam um
pouco da vida on-line. É no fim de semana, apenas, que ele
gosta de sentir um pouco a sua falta, de pensar se a recíproca,
de repente, é verdadeira. São os dois dias em que ele
passa cultivando saudadinhas dela...


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