O
grande final. Final de ano também é final de um
ciclo... mas não é dele que vou falar. Estou procurando
o final perfeito, o Grand Finale, para o encerramento da temporada
2011, no blog. Pensando bem, em nenhum dos blogs que já tive,
nem mesmo aqueles do tempo do “blig”, que muita gente nem vai
lembrar, nunca tive a preocupação de escrever um “grand
finale”, um “season finale”, uma espécie de episódio
de encerramento de temporada, como nos seriados de tv. Então...
por que agora?!
Ainda
mais hoje, em que poderia deixar como está, com os dois textos
postados, que, modéstia à parte, foram os melhores que
escrevi, este ano. Pra não dizer ##da! Então, por que,
né? Acho que tem a ver com um dos textos deste último
mês do ano. Sim, em boa parte deles, eu falo do que me vai no
coração, alguém – muito especial – já
disse que me revelo demais, através dos meus textos. Sim, eu
sei, acho que é uma forma de compensar minha timidez e meu
jeito mais fechado... que pretendo mudar, e isso faz é tempo!
Acho que quero que o blog faça parte das mudanças que
pretendo operar, em minha vida, em mim mesmo. Que seja como um
símbolo.
A
primeira mudança foi só no nome, que era “Marrapah”,
alusão a uma expressão bem amazonense, que me remete a
Manaus, terra que tanto amo, onde já por duas vezes tentei
ficar, porque sinto como se fosse meu lar, meu chão... a quem
perguntar, ou interessar possa, não, não nasci no
Amazonas, até onde sei, também não tenho nenhum
parente, nem mesmo distante, nascido, ou radicado ali, ou pelo Norte
do país. Se isso conta, parece que o avô do meu pai era
paraibano... mas enfim, não importa, não agora. Acho
que minha ligação é mais espiritual, mesmo, não
encontrei explicação melhor, até hoje,
desculpem.
Enfim,
o nome atual remete ao mar, à praia, que também é
uma de minhas paixões. Também, nos últimos dias,
se tornou referência, para a atual fase da minha vida... parece
que não havia “voado” tão alto, até hoje,
tanto que , quando minhas “asas” foram cortadas, ou danificadas,
acabei caindo no meio do mar, me perdendo, muito além da
arrebentação, de onde as ondas arrebentam, antes de
chegarem à praia. A gente sabe que, na vida real, é
muito difícil, pra não dizer impossível, você
chegar à beirada da praia, vindo a nado de muito além
da rebentação... mas enfim, cá estou.
Pensando
nas mudanças que pretendo, pensando nas pessoas que me
ajudaram a ter essa tomada de consciência, no finzinho do ano,
etc. É um novo ciclo que irá se começar. Quando
voltar, a proposta será outra, outro o ano. Este é o
encerramento de um ano que, a cada dia que passa, gosto mais e mais.
Foram tantos bons acontecimentos e momentos! Pelo menos três
pessoas, conheci pessoalmente, que, mais do que marcar em minha vida,
acho que serão insubstituíveis! 2011 foi um bom ano,
não tenho mais dúvidas. Acho que foi o ano em que mais
amadureci! Este ano merece ser encerrado com uma chave de ouro: este
Grand Finale!


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