Hoje chamam de mini mercado, ou mercadinho, mas, na nossa infância, chamavam de armazém, venda, ou taberninha... local onde você encontra de tudo: pão, misturas, erva mate e pupunha a granel, pirarucu seco pro almoço de sexta-feira santa, uma caninha da boa, envelhecida em barris de carvalho e um ou dois dedos de prosa... entre e fique a vontade!
sábado, 11 de setembro de 2010
Sábado de Chuva...
Sábado de chuva. Não era pra estar acabando o inverno? Pois então, quando é que o inferno vai embora? Enfim, sábado de chuva e eu, como ontem me esqueci de pegar o comprovante de inscrição do concurso do MPU, cuja prova se realizará amanhã, tive que vir hoje, debaixo do aguaceiro. Talvez nem precisasse, mas como não haveria muito o que fazer em casa... bem!
Esse concurso é uma das formas pelas quais pretendo passar, para voltar a Manaus. Voltar a Manaus como funcionário público, ou seja, sem passagem de retorno marcada, ou melhor, podendo protelar a passagem de retorno pra dali há um ano, talvez dois... sim, retorno para Manaus! Aqui ser o lugar para visitar, lá o lugar de morada! Quando fui para lá, em dezembro de 2004, foi essa minha intenção inicial. Deu quase certo. Por uns dois anos, não sofri com muitos apertos. Não acredito que hoje esteja melhor, como alguns tentaram já me dizer: tudo o que tenho hoje, acredito que se estivesse em Manaus, também os teria. O quê?! Um computador meia-boca, um celular com tevê e entrada pra dois chips, uma tevê de 14 polegadas, um aparelho de DVD, um MP5, que serve como MP3, câmera fotográfica, radinho pra escutar jogo?! Oh, puxa, que avanço, ahn!? Obviamente não!! Eu tenho essas coisas porque o preço delas caiu, nos últimos anos, porque no mercado já há produtos muito mais avançados do que os que tenho! Ponto. Voltei a morar no sul há, o quê: pouco mais de dois anos. Se lá tivesse permanecido, com certeza teria as mesmas coisas, com um plus: estaria formado – ou quase – na faculdade estadual, em turismo! Ou seja: que retrocesso, ahn!! Águas passadas não movem moinhos.
Continuando as desventuras do pós-feriado: não, fora a chuva, e os corredores poloneses de panfleteiros tentando empurrar seus detestáveis santinhos de candidatos, hoje não parece ser um típico dia pós-feriado, como o foram quarta, quinta e sexta-feira. Por isso que a porra do próximo feriadão tem que ser melhor. Em tudo, sobretudo no clima. Tem que dar praia! Tem que dar pra eu pegar o busão no findi, pegar o rumo do litoral, voltar só terça-feira de manhã cedo! Sim, que por esses dias a rotina e tudo o mais tem me angustiado muito, já por duas vezes, em poucas semanas, fiz força muito grande pra não chorar... de raiva! Sim, de raiva! Quinta-feira, em plena fila do banco, gigantesca, apesar de imbecis conversarem entre si, sem falar diretamente COMIGO, o arigó que efetivamente foi ao dito, pagar duas míseras e estúpidas guias de parcelamento de dívida do ICMS, ou qualquer coisa assim, comentando que “o banco não estaria tão cheio” naquele dia... senti muita raiva, lá chegando e constatando o que eu já sabia, que toda vez em que dizem uma merda dessas, dá-se exatamente o contrário! Raiva bastante a ponto de quase chorar, com os nervos em frangalhos.
Ter perdido meu antigo perfil do tuírer me deixou também bastante estressado, e o novo perfil me estressa ainda mais, eles tentam empurrar “dicas” de “quem seguir” a todo instante, no antigo já tinham percebido que eu não queria nenhuma de suas dicas estúpidas e haviam desistido. Quer dizer, então, que este perfil também será roubado, quando perceberem o mesmo acontecendo?! Enfim, oremos, como dizem os amigos tuiteiros. Pessoas que resolvem sair atrasadas para o trabalho/escola/cursinho, ou qualquer outro compromisso, todas ao mesmo tempo, lotando os coletivos e trens, como aconteceu quarta-feira passada. E algo que me irrita sempre, não só nos pós-feriados: você tá vendo que tem espaço pra se espalhar no trem. Você tá vendo que não precisa ficar amontoado(a) e apertado(a) com uma porrada de gente estranha, mas... você vai lá e fica no meio do aperto! Por quê? Pra quê!? “Ah, mas o trem vai acabar lotando, mesmo, mais pra frente...” Aham! Aí você vai cometer a suprema imbecilidade de se apertar no meio das outras pessoas, num espaço minúsculo, porque daqui há pouco, aquele espaço que, por agora, está vazio, vai estar repleto!? Não, né... pelo menos, não em cima de mim!! Como o casal que estava “apaixonadamente” se beijando em cima de mim, na última sexta-feira, dia 10 de setembro de 2010: caso um de vocês leia este texto, algum dia... e caso eu ainda esteja pegando trem... não fiquem se comprimindo no mesmo espaço que eu, tampouco se entregando a beijos “mais quentes” em plena viagem, se tiverem amor à vida! Profissional só avisa uma vez. Quanto aos porteiros, nem vou comentar hoje! Esses também só devem saber o seguinte: se não iam descer na mesma estação que eu, não fiquem na minha frente! Do contrário, onde quer que eu desça, vocês descerão junto(a)s! Isso, se eu estiver de bom humor...
O computador, hoje, não está tão lento, nem travando tanto na porra da internet, como costuma fazer durante a semana. Justo quando eu preciso que ele seja mais ágil, ele não é! Hoje, que não era tão necessário... enfim! Tanto faz, estou acabando o que vim fazer aqui, vou agora para outro lugar, fazer outra coisa. Descansar, pra tá alerta e preparado para o concurso do MPU. Domingo, 2 horas da tarde... vou precisar! Algo me diz que por ali, vou conseguir meu intento...
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